quinta-feira, 23 de abril de 2009

jefferson,reinaldo,jhonatas,thomas

O que é liberdade?
Será que:
a liberdade é repudiar a sociedade em que vivemos porque andamos amarrados a leis, regras e regulamentos que sufocam esta liberdade?
a liberdade só existe quando o individuo consegue livrar-se das restrições que a civilização nos impõe?
somos todos escravos da sociedade de consumo?

Há pessoas que na sua ânsia de experimentar uma liberdade genuína, se lançam numa louca procura de toda a espécie de prazer, porque, dizem, só assim é que se sentem realizadas.
Mas a resposta não está no prazer, como muitos jovens já estão a descobrir, e constatamos que estes ainda continuem insatisfeitos. Pior ainda é o que acontece quando alguém fica escravizado pelas próprias coisas que ele pensava iam trazer-lhe a liberdade. Eis o caso de milhares de jovens que, na sua revolta contra a sociedade, pensam encontrar na droga, no sexo e no prazer a sua libertação, só para descobrirem, no entanto, frustração. Acabam por descobrir, afinal, que essa "liberdade" não passa de um sonho.
Muitas pessoas gabam-se da sua liberdade. Gostam de dizer que estão livres para fazer o que lhes apetece. Vão para onde querem, e para onde não querem não vão. Não querem estar amarradas a nada, nem esposa, nem família, nem filhos, e afirmam que nem Deus pode amarrá-las. Estas pessoas são ultra-egoístas.
A realidade é que, por mais que se fale em liberdade, os homens não são livres. Jesus afirmou isto quando, uma vez, ofereceu a liberdade aos homens do seu tempo. Ele disse: “Conhecerão a verdade e ela os fará homens livres”; isto porque é a própria verdade que liberta.
A verdade do qual Jesus referiu é esta: somos escravos de vícios, preconceitos e pecados e precisamos dum libertador.
Mas o que é verdadeira liberdade?
Liberdade é:
- ser perdoado do passado;
- ser livre do sentido da culpa;
- ter o poder para escolher e fazer coisas certas;
- ter auto-domínio;
- ter a capacidade de perdoar e amar os outros;
- não ser escravizado por nada;
- ter a paz de Deus.

Leia sobre verdadeira
liberdade na Bíblia.

Para experimentar esta liberdade,
necessitamos encontrar O Libertador, Jesus Cristo.
(como posso fazer isto?)

Também seria útil ler a página
'Sete Passos para a Liberdade em Cristo')

Jesus disse:
“Se o Filho de Deus vos libertar, verdadeiramente sereis livres.” (João 8.36)

quarta-feira, 22 de abril de 2009


Qual é o limite da liberdade?



Em nossas vidas, estamos constantemente fazendo escolhas: roupas, amigos, amores, comidas, músicas, colégios, profissões, políticos. Enfim, fazemos opções entre determinadas alternativas, pois quando não há opção não existe escolha nem liberdade.
Muitas escolhas são difíceis, outras são fáceis. Não se escolhe uma profissão da mesma forma que se escolhe um par de tênis. Há uma notável diferença entre a escolha de um filme para se assistir e a de um candidato para se votar.
Escolher é importante. Optar por uma alternativa é difícil, assim como renunciar por outras também.
Segundo o escritor Georges Gusdorf: " Nossa liberdade é uma liberdade condicionada, uma liberdade em condição humana, nossa vida se desenvolve entre os limites inacessíveis de uma liberdade zero e de uma liberdade infinita".
Sem condições necessárias, a liberdade torna-se teórica. É na organização social e política que encontramos os entraves da liberdade.
Devemos agir contra os fatores que restrigem nossa liberdade. A luta pela liberdade é a luta pelas potencialidades da vida.


  • Baseando-se na leitura do texto, responda: qual o limite de sua liberdade?

quarta-feira, 15 de abril de 2009

1. Uma Vida Cheia de TribulaçõesBaruch de Espinosa (ou Spinoza) era de descendência judáica. Sua famlía foi obrigada a buscar refúgio na Holanda, fugindo das perseguições da "Santa" Inquisição Portuguesa. É interessante notar que a perseguição da Igreja Católica à Espinosa durou bastante tempo, pois seus livros, curiosamente, estiveram no infame Index de obras proibidas ou não aconselhadas pelo clero até há bem pouco tempo atrás, em nossos dias (se é que ainda não estão). Se nos lembrarmos que o grande teólogo brasileiro e um dos pais da rica e importantíssima Teologia da Libertação, Leonardo Boff, sofreu praticamente da mesma injução, sendo ele, há época, frade católico, há bem poucos anos, podemos avaliar se a tal Inquisição realmente deixou de existir nos dias atuais... Ou continua de uma forma mais velada mas não menos traiçoeira em uma microfísica de poder com outro nome qualquer...Nascido em 1632, Espinosa desde cedo chamou a atenção da família e dos professores da escola judáica em que foi formado, em Amsterdã, pelos seus extraordinários dotes intelectuais e intuitivos. Neste escola, o jovem estudante mergulhou fundo no estudo da Bíblia e das tradições judáicas, com especial ênfase no estudo do hebráico e do Talmude.Aos vinte anos, passou a freqüentar a escola de Franz van de Enden, que apesar de sua formação básica católica, tinha se tornado suficientemente liberal para questionar a hegemonia da Igreja de Roma e a validade de seus dogmas cristalizados. Nesta escola, Espinosa aprendeu o latim, que lhe possibilitou ler os clássicos Cícero e Sêneca no original, e passou a se interessar vividamente por ciências. Lia com interesse as obras de seus conteporâneos, em especial Descartes, Bacon e Hobbes.À medida que se aprofundava nas leituras e discussões de/e com outros filósofos - não necessariamente ligados ou concordantes com o judaísmo - e ia contruindo sua própria visão de mundo, se intensificava o conflito entre seu pensamento e o dos seus confrades judeus. As discussões entre Espinosa e os Doutores da Sinagoga chegaram a tal ponto extremo que, à semelhança do que ocorreu com Cristo, o jovem filósofo pareceu tornar-se uma incômoda ameaça à comunidade judáica e a seus dogmas mais arraigados, e não faltou até mesmo uma tentativa de assassinato ao brilhante contestador. Sendo assim, não foi de fato surpesa que Espinosa tivesse sido literalmente excomungado, em 1656, com apenas 24 anos. As conseqüências dessa acontecimento não poderiam ser piores, especialmente em seu tempo: todos o abandoram, inclusive os parentes mais próximos.Depois da infame excomunhão, Espinosa buscou um lugar pra si em uma pequena aldéia holandesa, onde começou a escrever a sua maravilhosa obra. Poteriormente, andou de hotel em hotel, ou pequenas hospedarias, tendo, apenas em 1670, encontrado uma hospedagem mais fixa na casa do seu amigo, o pintor Van der Spyck, em 1670.Para poder sobreviver, Espinosa aprendeu o ofício de polir e fabricar lentes ópticas. O pouco que ganhava, porém, era quase o suficiente para se manter, em sua modesta forma de vida, bem simples mesmo, vivenciando integral a vida simples e frugal que ele mesmo aconselhava em seus escritos e que lhe permitia se sentir livre de compromissos ou dívidas. Tinha poucas necessidades e o único luxo que julgava ter era o de adquirir livros. Ele sempre recusava a ajuda de amigos ou admiradores mais abastados, e até mesmo quando aceitava algo - devido a alguma urgência imprevista - frequentemente a aceitava bem abaixo do que era oferecido, devolvendo a diferença que achava excessiva para sua forma de vida frugal.O episódio da excomunhão o baniu dos meios judáicos, mas não o isolou dos cristão, especialmente os da Reforma. Com efeito, ele foi bem recebido por muitos cristãos, mas mesmo assim, não lhe pareceu isso algo que lhe obrigasse a aderir à fé deles. Era amigo de eminentes personalidades holandesas, como o famoso cientista Cristian Huygens. Mantinha notável correspondência com admiradores e amigos, nos quais discutia e clarificava seus escritos. Esta volumosa correspondência é uma dádiva para os que se deruçam sobre a filosofia espinosiana.Espinosa morreu em 1677, aos 44 anos, vítima da tuberculose, mas sempre fiel ao ideal de vida que cultivou por toda a vida.2. Sua ObraEspinosa, em contrates com outros filósofos, escreveu razoavelmente poucas obras. Um de seus primeiro trabalhos escritos foi O Breve Tratado sobre Deus, o Homem e a Sua Felicidade, de cunho eminentemente ético, mas que permaneceu incógnito até sua publicação no século passado. Escreveu posteriormente, O Tratado sobre a Emenda do Intelecto, em 1661, no mesmo ano que inicia a sua obra-prima, a Ethica, que só veio a ser publicada postumamente. Publicou uma exposição dos Princípios de Filosofia de Descartes junto com Pensamentos Metafísicos. O Tratado Teológico-Político, porém, foi publicado anonimante (Espinosa sabia que ele iria causar uma grande reação contrária, como de fato houve).3. Sua Principal MensagemEspinosa, ao contrário de Descartes e outros, estava menos interessado no desenvolvimento ou descoberta de um Método racional para se descobrir ?verdades? científicas e intelectuais que o de descobrir uma maneira de viver capaz de dar sentido e alegria à existência humana. Se Espinosa, em muitos pontos, é precursor do Iluminismo francês diante de sua luta pelos direitos do homem, o é mais ainda do existencialismo, em particular o de Soren Kierkegaard. Como nos falam Giovanni Rele e Dario Antiseri (Reale & Antiseri, 1990, p. 410), "O ?verdadeiro? que interessa a Spinoza não é o do tipo matemático ou físico, insto é, um verdadeiro que não incide sobre a existência humana, mas é precisamente aquele verdadeiro que interessa mais que qualquer outro à vida humana: aquele verdadeiro que se busca para dele desfrutar e em cujo desfrutamento realiza-se o cumprimento e a perfeição da existênfia e, portanto, a felicidade".Espinosa afirma o fato, já dito por Buda e Cristo antes dele, que tudo na vida humana é passivo de tranformação e/ou pleno desgaste, e que todas as coisas que ocorrem ao homem são "bens" ou "males" à medida que este se deixa impressionar ou estimular por elas. Na verdade, coisas e acontecimento são "interpretados" pela alma humana, de acordo com seus valores e desejos. Então, só diante de uma nova maneira de viver, onde se compreendesse esta realidade, poderia ajudur o homem a se livrar de uma tremenda carga de desejos - não de todos, é claro, mas do excesso dos supérfluos - que o prendem à matéria efêmera, e passar a se utilizar dela não como um fim, mas como um meio de se atingir objetivos mais elevados, humanistas e universais. Vejamos alguns pontos:I) O desfrute do prazer só é benéfico na medida em que não prende a atenção e o espírito humanos em si. Porque se isso ocorre, o espírito fica de tal modo preso ao prazer que não se ocupada mais de outras coisas. Assim, após o desfrute ansioso, ocorre frequentmente que o homem que faz do prazer um fim pleno em si acaba, dianteda fugacidade destes, frequentemente menos valiosos que os esforços e prováveis amarguras empregados para conseguí-los, por cair numa grande tristeza e vazio, se perguntado: e depois? É só isso? E se tornar perturbado pelo seu vício que, em exagero, se mostra superficial.II) Riquezas e honras só nos são realmente úteis se forem vistas como meios e intrumentos para se atingir uma maior e mais compartilhada felicidade. Do contrário, elas absorvem o espírito e o enclausula num círculo vicioso: o ter riquezas e honras como um fim traz o desejo de se ter mais e mais riquezas e honras, impedido mesmo o usufruto do que já foi conquistado.Para Espinosa, assim como os para os Taoístas (cuja filosofia Espinosa não conheceu), em especial Lao - Tsé, o bem viver, a forma correta de viver em harmonia e em equilíbrio, nos leva a viver de acordo com a harmonia maior da natureza, que, enfim, é a própria expressão visível de Deus. Deus não é entendido por Espinosa como um Ser à parte e/ou externo ao mundo, que o governa como um engenheiro ou habilidoso artesão, mas como, de forma muito sutil e holística, a Divindade da Ordem Eterna da Natureza, muito superior ao entendimento fragmentado e antropomorfista humano. É, enfim, o Grande Uno que se expressa nos Muitos a que se faz a partir de Si mesmo. Uma visão estranha ao modo ocidental, mas bem de acordo com as mais sofisticadas concepções orientais do Divino. Para Espinosa, o mundo visível que nos cerca nada mais é que a expressão explicada (no sentido de ser exposta) em miríades de formas eternamente mutáveis de uma única causa intrínseca ou implicada - usando os termos da moderna teoria de Odem Implicada do físico David Bohm -, única real substância universal e absoluta, que está além dos modos convencionais de compreensibilidade, e que, para Espinosa, é o próprio Deus, pois que fundamento originário que É e que não pode ser remetido a nada além de Si mesmo... Esta Causa Primária é livre por agir por sua própria natureza divina, e é eterna, já que sua essência é sua própria existência. Sendo assim, Deus é necessariamente a única real Causa existente, sendo tudo o mais efeitos Seus, inclusive o homem, que, tendo um pouco da semelhança da Causa Primária, também é, ele mesmo, co-criador, inclusive de seus próprios problemas, por imperfeito ser que é, mas livre igualmente para escolher fazer de sua vida algo com sentido, especialmente o do próprio aperfeiçoamento humano segundo os limites que lhe é dado pela natureza.Este é um pequeno e imperfeito resumo da mensagem de um dos maiores filósofos de todos os tempos...A obra de Espinosa foi durante muitos anos mal compreendida, quando não explicitamente atacada - mesmo por aqueles que não a conheciam. Hoje em dia, porém, a grandeza deste homem, em expressa que está em suas obras, está sendo cada vez mais aceita. Muitos dos filósofos do romantismo e da modernidade devem muito aos caminhos abertos por Baruch Espinosa. Em especial, a conquista da liberdade de pensameto - ainda que hoje volte novamente a ser parcial - e de muitos benefícios devemos ao trabalho de Baruch Espinosa.João Pessoa, Paraíba, 10 de abril de 1999.BibliografiaChaui, Marilena. - Espinosa, Uma Filosofia da Liberdade. Coleção Logos, Editora Moderna, 1999.Espinosa, Baruch. - Obras Diversas. Coleção Os Pensadores, Editora Abril Cultural, São Paulo, 1988.Reale, Giovanni & Antiseri, Dario. - História da Filosofia, Volume II, Editra Paulus, São Paulo, 1990.
Liberdade significa responsabilidade para todos os que a tem,por que nem todo mundo age de uma maneira responsavel.E se agente não der liberdade ao nossos filhos eles iram crescer com medo do mundo.sim tem seus limitis.

terça-feira, 14 de abril de 2009


Aristóteles (384-322 a.C.)
Nasceu em Estagira (por isso chamado "o Estagirita"), na Macedônia, em 384 a.C. Viveu em Atenas desde 367, filho de Nicômaco, médico do rei Amintas II da Macedônia (pai de Filipe), descendente de uma das famílias de Asclépiades, eram famílias que se dedicavam à arte da medicina e cujos ensinamentos eram transmitidos de pai a filho. Foi por vinte anos discípulo de Platão. Com a morte do mestre, instalou-se, provavelmente instigado por Platão, em Assos, na Tróade, na corte do tirano Hérmias de Atarnéia. Ali inicia os seus ensinamentos e elaborar suas pesquisa biológicas ao mesmo tempo em que participa da vida política, o que virá acarretar em um primeiro exílio com o assassinato de Hérmias. É chamado em 343 à corte de Filipe da Macedônia para cuidar da educação de seu filho, que passaria à história como Alexandre o Grande. Pouco depois da morte de Alexadre, Aristóteles retorna à Atenas, onde funda o Liceu, escola rival da Academia, Aristóteles ensinava sob um pórtico. Durante 13 anos dedicou-se ao ensino e à elaboração da maior parte de suas obras. Se com Platão a filosofia já havia alcançado extraordinário nível conceitual, pode-se afirmar que Aristóteles - através do rigor de sua metodologia, pela amplitude dos campos em que atuou e por seu empenho em considerar todas as manifestações do conhecimento humano como ramos de um mesmo tronco - foi o primeiro pesquisador científico no sentido atual do termo. Todas as obras publicadas por Aristóteles se perderam, com exceção da Constituição de Atenas, descoberta em 1890. As obras conhecidas resultaram de notas para cursos e conferências do filósofo, ordenadas por alguns discípulos e depois, de forma mais sistemática, por Adronico de Rodes (c. 60 a.C.). As principais obras de Aristóteles, agrupadas por matérias, são: (1) Lógica: Categorias, Da interpretação, Primeira e segunda analítica, Tópicos, Refutações dos sofistas; (2) Filosofia da natureza: Física; (3) Psicologia e antropologia: Sobre a alma, além de um conjunto de pequenos tratados físicos; (4) Zoologia: Sobre a história dos animais; (5) Metafísica: Metafísica; (6) Ética: Ética a Nicômaco, Grande ética, Ética a Eudemo; (7) Política: Política, Econômica; (8) Retórica e poética: Retórica, Poética. Aristóteles compreendeu a necessidade de integrar de forma coerente o pensamento anterior a sua própria pesquisa. Por isso começa procurando resolver as contradições do conhecimento do ser acumuladas por seus antecessores: unidade e multiplicidade, percepção intelectual e percepção sensível, identidade e mudança, problemas fundamentais, ao mesmo tempo, do ser e do conhecimento. O projeto de Aristóteles visa, em última análise, restabelecer a unidade do homem consigo mesmo e com o mundo, tanto quanto o projeto de Platão, baseado numa visão do cosmos. Entretanto, Aristóteles censura Platão por ter seguido um caminho ilusório, que retira a natureza do alcance da ciência. Aristóteles procura apoio na psicologia. O ser existe diferentemente na inteligência e nas coisas, mas o intelecto ativo, que é atributo da primeira, capta nas últimas o que elas têm de inteligível, estabelecendo-se dessa forma um plano de homogeneidade. Com a morte de Alexandre (323), Aristóteles teve de fugir à perseguição dos democratas atenienses, refugiando-se em Cálcide, na Eubéia, onde morreu em 322 a.C. RESENHA DE OBRAS (Os Pensadores) *TÓPICOS – Integra o Organon – conjunto de escritos lógicos de Aristóteles – e examina os argumentos que partem de opiniões geralmentes aceitas. Aqui se situa a dialética, na concepção aristotélica: a arte da discussão e do confronto de opiniões, importante exercício intelectual que prepara o espírito para a construção da ciência. As atuais pesquisasobre a lógica do pensamento não formalizável, desenvolvidas pela Teoria da Argumentação ou Nova Retórica, ressaltam o interesse dos Tópicos para a compreensão da estrutura da argumentação utilizada não apenas pela linguagem corrente, como também pela Publicidade, pela Jurisprudência, pelas CiênciasSociais e pela Filosofia * DOS ARGUMENTO SOFÍSTICOS Complementam os Tópicos e investigam os principais tipos de argumentos capciosos: aqueles que são um simulacro da verdade, aparentando ser genuínos quando de fato são falsos. * METAFÍSICA Uma das obras que mais influenciaram o desenvolvimento da filosofia ocidental, Aristóteles investiga as causas do surgimento da especulação filosófica, a partir de outras atividades humanas, e oferece sua interpretação crítica das doutrinas dos filósofos que o antecederam - preparando a exposição de suas próprias idéias. * ÉTICA A NICÔMACO Aplicando à análise do agir humano seus postulados metafísicos. Aristóteles discute conceitos éticos fundamentais, como felicidade e virtude, detendo-se na apreciação de várias virtudes particulares. * POÉTICA O que é poesia, suas diferentes espécies, suas origens, a comédia e a tragédia, poesia e história - são alguns dos temas dessa obra de Aristóteles que marcou profundamente os estudos posteriores sobre a arte literária.
Feito por:Felipe

Biografia de George Berkeley


George Berkeley (1685-1753)

Nasceu em Dysert, no condado de Kilkenny, Irlanda, em 12 de março de 1685. Aos 15 anos ingressou no Trinity College da Universidade de Dublin, onde após sua formação permaneceu como professor até 1713. Ordenado ministro anglicano em 1709, foi nomeado bispo da diocese de Cloyne, Irlanda, em 1734. Sua filosofia pode ser dividida em três partes: a primeira está contida em Um Ensaio Para um Nova Teoria da Visão (1709), cuja tese central diz que a apreensão perceptiva dos objetos se faz pelo sentido do tato e não pela visão. A segunda se caracteriza pela elaboração da teoria imaterialista, descrita em Tratado Sobre os Princípios do Conhecimento Humano(1710) e em Três diálogos entre Hylas e Philonous (1713). Em Siris (1744) está contida a terceira parte, onde ele expõe suas concepções neoplatônicas. Sua teoria sobre a visão pretende demonstrar a natureza da percepção visual da distância, da grandeza e da posição dos objetos. Segundo ela, o fato de percebermos visualmente os objetos deve-se a uma associação entre certas sensações visuais e as idéias de distância, grandeza e posição proporcionadas pelo tato. À visão corresponderia apenas a percepção da luz e das cores. A doutrina imaterialista, que constitui o núcleo da filosofia de Berkeley, nega enfaticamente a possibilidade de existirem idéias abstratas. Na verdade, nunca concebemos um triângulo que não seja isósceles ou equilátero, ou seja, correspondente a uma forma previamente percebida pelos sentidos a partir de um objeto particular. A generalidade que se pode atribuir às idéias [1] é a de sua significação: a idéia de um triângulo pode servir para representar qualquer triângulo. Essa generalidade, no entanto, não pode ser tomada como atributo da própria idéia, mas apenas como um sistema de relações com outras idéias do mesmo gênero. Sumariamente, a doutrina imaterialista consiste na negação da matéria, negação que constitui o que Berkeley denominou "novo princípio". Berkeley nunca negou a existência dos objetos. De fato, eles existem, mas somente na condição de objetos percebidos. O que se nega é a substância material, já atingida por um processo de crítica que prolonga a negação das qualidades secundárias como qualidades de existência independente do perceptor que as apreende. Também as qualidades primárias dos objetos não têm existência independente. Assim, a existência das coisas, conceituadas como objetivação de idéias, supõe a dos espíritos. No entanto, Berkeley não entende os espíritos que dão garantia a esse processo como espíritos finitos, daí sua concepção platônica do espírito absoluto. Ao postular a existência de Deus como espírito infinito e garantia derradeira do processo de conhecimento, Berkeley inverte a fórmula do senso comum. Ordinariamente, se acredita que todas as coisas são conhecidas ou percebidas por Deus porque se crê em sua existência. Berkeley, no entanto, concluiu a necessidade da existência do espírito absoluto pelo fato de que as coisas sensíveis devem ser percebidas por ele, sem o que elas desapareceriam. "Ser é perceber ou ser percebido." Essa afirmação sintetiza a filosofia do imaterialismo de Berkeley, para quem os objetos são feixes de qualidades sensíveis e assim são apreendidos pelo espírito, num processo que garante sua objetivação. A filosofia de Berkeley não teve muita repercussão em seu tempo, mas muitos de seus princípios são reencontrados no empirismo de David Hume e no idealismo alemão. Depois de viver vários anos em Londres, Berkeley tentou, infrutiferamente, fundar um colégio nas Bermudas para a educação de filhos de colonos e indígenas. Transferiu-se logo para Newport, nos Estados Unidos, onde pretendia implantar o ensino superior. Depois de um novo período na Irlanda, morreu em Oxford em 14 de janeiro de 1753. PRINCIPAIS OBRAS *TRATADO SOBRE OS PRINCÍPIOS DO CONHECIMENTO HUMANO (1710) A partir de pressupostos empiristas, Berkeley critica a noção tradicional de matéria e fundamenta seu imaterialismo no princípio de que ?se é perceber ou ser percebido?. *TRÊS DIÁLOGOS ENTRE HILAS E PHILONOUS (1713) Os Diálogos se dão em três manhãs consecutivas, provavelmente no pátio de uma universidade, entre dois personagens que agora definiremos: Hylas que representa um leigo suficientemente educado e mais ou menos atualizado nas teorias científicas e filosóficas e que acredita na existência do mundo material e Philonous que representara o ponto de vista de Berkeley. Os Três Diálogos entre Hylas e Philonous, seriam, algo ingenuamente, os Três Diálogos entre a Matéria e o Espírito ou, sofisticadamente, os Debates entre a Matéria e a Inteligência Universal. O local dos diálogos assim como a condição e a idade dos personagens não são indicados com clareza, as referências às tulipas, as cerejas e a fonte, entretanto, supõem um jardim fechado; seu momento é a manhã e a época, se fiarmo-nos nas indicações esparsas, e a primavera. O Dialogo I concentra-se em mostrar que não há objetos dos sentidos nem nada parecido, fora da mente. As coisas "corpóreas" são idéias e a crença na substancia material implica na negação da realidade das coisas sensíveis. O objeto fundamental do Dialogo II é a "causa" das idéias e ele é construído para mostrar que somente Deus explica o mundo sensível: as substâncias materiais nada explicam e sua existência e uma impossibilidade. Berkeley começa ajustando suas contas com Descartes e Locke primeiro e depois com os materialistas, dizendo que não há explicação fisiológica possível para as "idéias". Esta pretensa explicação admite necessariamente a hipótese inconcebível da matéria atuar sobre o espírito. O cérebro, de qualquer forma, é um complexo de idéias e não pode de per-si ser causa de outras idéias; a única explicação admissível para a existência das idéias é uma mente infinita. O Diálogo III trata de uma miscelânea de objeções que podem ser levantadas à doutrina exposta. Nos dois primeiros diálogos, de modo geral, Philonous interroga e Hylas responde; aqui a situação inverte-se. A primeira parte deste dialogo resume tais objeções ao imaterialismo; a seguir estas são discutidas mais detidamente.

Biografia de FRANZ (Clemens) BRENTANO




FRANZ (Clemens) BRENTANO (1838 - 1917)


Nasceu em 6 de janeiro de 1838 em Marienberg, então no império austro-húngaro. Em 1864 ordenou-se clérigo e foi professor, Privatdozent em filosofia (1866) e professor nomeado (1872) na universidade de Würzburg. O dogma da infalibilidade papal, proclamado em 1870, acentuou suas dúvidas religiosas e em 1873 ele decidiu abandonar o sacerdócio. Um ano depois publicou o livro Psychologie von empirischen Standpunkte (Psicologia do ponto de vista empírico), em que desenvolveu seu conceito de intencionalidade [1]. Mediante a recuperação do significado grego do termo "empírico" como relativo à experiência, Brentano defendeu uma psicologia que fosse ciência da alma, não limitada ao estudo experimental, mas baseada na análise das reações suscitadas pela experiência humana. Sustentou que a mente se refere aos objetos mediante diferentes formas de intencionalidade: a) por percepção e idealização, incluindo sensação e imagem. b) por julgamento, incluindo atos de reconhecimento, rejeição, e recordação; e c) por amor ou ódio, o que leva em conta desejos, intenções, vontade e sentimentos a percepção e ideação, que incluem a sensação e a imaginação; o julgamento, que abarca atos de conhecimento, rejeição e aceitação; e o amor ou o ódio, que se estende aos desejos, intenções e sentimentos. Sua decisão de se casar em 1880 foi impedida pelas autoridades austríacas, que não aceitaram sua renúncia às ordens sacras e, considerando-o ainda um padre, recusaram-lhe a permissão para o matrimônio. Sendo forçado a deixar sua cátedra na universidade e mudar-se com a esposa para Leipzig. No ano seguinte obteve permissão para voltar à universidade, porém somente para a antiga posição de professor, cujo salário dependia de quantidade de alunos que escolhessem sua disciplina. Lá permaneceu até 1895. Gozava de grande popularidade entre os estudantes, entre os quais estavam Sigmund Freud, o psicólogo Carl Stumpf, e o filósofo Edmund Husserl. Após 1895 Brentano abandonou a cátedra para entregar-se inteiramente à pesquisa, e em 1911 completou suas teorias com Von der Klassifikation der psychischen Phänomene (Sobre a classificação dos fenômenos psíquicos). Sua obra exerceu grande influência e foi uma das bases do método fenomenológico desenvolvido por seu discípulo Edmund Husserl, bem como influenciou a Freud, ?É impressionante o quanto provavelmente Brentano influenciou a Freud. Este assistiu suas aulas por pelo menos dois anos, e exatamente na época que Brentano publicou seu famoso livro de 1874, no qual seu equacionamento entre o físico e o psíquico, o psicossomático, é mais salientado. O quanto Freud retirou de Schopenhauer foi provavelmente através de Brentano, citado inúmeras vezes no referido livro, no qual Brentano também discute amplamente Nicolau von Hartman, precisamente na questão dos estados mentais inconscientes.? (COBRA, Rubem Queiroz) Brentano morreu em 17 de março de 1917, em Zurique, Suíça. PRINCIPAIS OBRAS *Psychologie von Empirischem Standpunkt (Psicologia segundo o ponto de vista empírico), de 1874. A segunda edição desta obra inclui ainda Von der Klassifikation der Psychischen Phänomene (Sobre a classificação dos fenômenos psíquicos). *Von Simmlichen um Poetishen Bewusstsein (Sobre a consciência sensorial e poética) (póstuma), de 1928 .

segunda-feira, 13 de abril de 2009

A LIBERDADE

A LIBERDADE E MUITO IMPORTANTE PORQUE NÓS CONQUISTAMOS TUDO O QUE QUEREMOS NA VIDA ,TER DIREITO DE SER LIVRE, DE PODER MANDAR, EXIGIR
O QUE VC QUER CONQUISTAR NA SUA VIDA.

SAMARA E ELISABETE .
HELLO!

Liberade e consciência


Liberdade é:

- ser perdoado do passado;
- ser livre do sentido da culpa;
- ter o poder para escolher e fazer coisas certas;
- ter auto-domínio;
- ter a capacidade de perdoar e amar os outros;
- não ser escravizado por nada;
- ter a paz de Deus.


Muitas pessoas gabam-se da sua liberdade.Gostam de dizer que estão livres para fazer o que lhes apetece. Vão para onde querem, e para onde não querem não vão. Não querem estar amarradas a nada, nem esposa, nem família, nem filhos, e afirmam que nem Deus pode amarrá-las. Estas pessoas são ultra-egoístas.Liberdade é respeitar os direitos dos outrosE ter conceitos corretos,sem fantasmas de ensinas religiosos que muitas vezes amedrontam os humanos como o fogo do inferno liberdade é poder sentir a brisa da manha no rosto depois de dormir com uma consciência limpa liberdade é sonhar liberdade é tentar num mundo paralelo entrar.Liberdade é você ter direito de escolha. Só que devemos estar cientes que não existe liberdade total e nem liberdade zero, o que existe éuma liberdade possível. Todos nós vivemos com essa liberdade possível e o que nois temos que obeder os regimentos da liberdade.Liberdade é o conjunto de leis criados para uma convivência tranquila com a sociedade.
Liberdade é ser consciente



Equipe: Adriano,Douglas,Emanuel,Alisson

terça-feira, 7 de abril de 2009

Liberdade


Liberdade

De uma forma geral, a palavra "liberdade" significa a condição de um indivíduo não ser submetido ao domínio de outro e, por isso, ter pleno poder sobre si mesmo e sobre seus atos do ponto de vista legal, o indivíduo é livre quando a sociedade não lhe impõe nenhum limite injusto, desnecessário ou absurdo. Uma sociedade livre dá condições para que seus membros desfrutem, igualmente, da mesma liberdade. Em 1948, a Assembléia Geral das Nações Unidas adotou a Declaração Universal dos Direitos Humanos, que engloba os direitos e liberdade que a Organização das Nações Unidas (ONU) considera que devam ser os objetivos de todas as nações.
Equipe:Felipe, Maiara, Juliane, Willon
O que é a liberdade?